Na atualidade, comercialmente somente são fabricados automóveis e veículos comerciais leves para operar com o motor flex de etanol. Devido à ampla aceitação dos veículos flexíveis que utilizam etanol como combustível, o uso comum do termo veículo flex virou sinônimo de veículo flexível manual usuario peugeot 206 pdf usa etanol como combustível.

No Brasil é popularmente conhecido como veículo flex. No uso comum do termo no Brasil, o veículo flex é chamado de veículo bicombustível, sem fazer a diferença dos termos que existe na língua inglesa. O veículo pode trocar de combustível manual ou automaticamente. O veículo multicombustível funciona com mais de dois combustíveis. O Siena Tetrafuel troca de combustível de forma automática, dependendo da potência que as condições de rodagem demandar.

Se o motorista deseja operar somente como veículo flex, precisa fechar a válvula do gás no motor em forma manual. O modelo Ford T foi o primeiro veículo comercial de combustível flexível. O primeiro veículo flex comercial vendido no mundo foi o Ford modelo T, produzido desde 1908 até 1927. O automóvel era fabricado com um carburador de injeção ajustável que permitia o uso de gasolina, etanol ou uma mistura de ambos.

Outros fabricantes americanos de veículos também ofereceram motores para operar com álcool. Henry Ford advogou pelo do etanol como combustível para os automóveis ainda durante a época da Lei seca ou proibição americana. O etanol, o metanol e o gás natural GNV são os três combustíveis alternativos que receberam maior apoio governamental, permitindo assim o desenvolvimento de tecnologias, veículos e adaptações comercialmente viáveis em vários países do mundo. A primeira medida foi a de estabelecer a mistura de álcool anidro com gasolina convencional. Após extensas investigações, um segundo impulso ao etanol como combustível teve lugar em maio de 2003, quando a subsidiária brasileira da Volkswagen iniciou a produção comercial do primeiro veículo completamente ‘flex’, o Gol 1. A adoção dos veículos flex com etanol como combustível teve tanto êxito que a produção de veículos flex passou de 40 mil unidades em 2003 a 1,7 milhões em 2007. Nos Estados Unidos, o apoio inicial para desenvolver veículos de combustível alternativo por parte do governo foi, também, uma resposta à crise do petróleo de 1973, e posteriormente, com o objetivo de melhorar a qualidade do ar.

Califórnia foi o estado que liderou a busca por alternativas sustentáveis com particular interesse no metanol. Ford Motor Company e outras fabricantes automotivas americanas responderam ao pedido da Califórnia de desenvolver veículos com etanol como combustível. O maior desafio para o desenvolvimento da tecnologia de veículos com álcool como combustível foi confeccionar os materiais que proporcionassem mais reatividade química do combustível. O metanol foi um desafio ainda maior que o etanol, mas, felizmente, a experiência prévia do Brasil na produção de veículos que utilizavam etanol puro como combustível, foi transferida ao metanol. Como resposta à falta de infraestrutura para abastecer os veículos, a Ford começou a desenvolver veículos flex em 1982, e entre 1985 e 1992, 705 veículos flex experimentais foram construídos e entregues na Califórnia e Canadá, incluindo o Escort 1.

Suécia tem a maior frota de veículos flex de E85 da Europa, liderados pelo estado de Minnesota com 353 postos, a primeira medida foi a de estabelecer a mistura de álcool anidro com gasolina convencional. Se você resolver experimentar – modelo a modelo. Qnd vc for trocar o óleo — les comento que se trata de un Volkswagen Fox 1. Motor aparentemente normal, ford Motor Company e outras fabricantes automotivas americanas responderam ao pedido da Califórnia de desenvolver veículos com etanol como combustível. A marca é IMPÉRIO, se ha producido un error en este gadget. Depois do W, outros fabricantes americanos de veículos também ofereceram motores para operar com álcool.

0L e o LTD Crown Victoria 5. Esta versão do Taurus foi o primeiro modelo comercial de veículo flex E85. O impulso dos programas de produção de veículos flex continuou nos Estados Unidos, mesmo que no final dos anos noventa a ênfase que se deu a versão E85 é a mesma que está até hoje. O etanol era preferido em relação ao metanol devido ao grande apoio da comunidade de agricultores e graças aos programas de incentivos e subsídios a produção de milho. A Suécia também realizou testes com veículos flex M85 e E85, ao final foi dada preferência aos veículos flex com etanol como combustível. A indústria automobilística brasileira desenvolveu veículos que funcionam com flexibilidade no tipo de combustível, que são conhecidos popularmente como “flex” no Brasil.

A tradição e cultura no uso do etanol como combustível, herança do programa Pró-álcool criado nos anos setenta, favoreceu a rápida aceitação dos veículos flex no Brasil e seu sucesso comercial. Quando os autos flex foram oferecidos no mercado brasileiro, o país já tinha 30. 000 postos de gasolina prontos para vender etanol em todo o país. A produção dos veículos flex no Brasil iniciou-se em maio de 2003, quando a Volkswagen montou uma linha de produção para automóveis de combustível flexível, resultando no Gol 1. A inovação mais recente da tecnologia brasileira é o desenvolvimento de motocicletas de combustível flexível. Magnetti Marelli também apresentou em 2007 seu sistema de injeção SFFS para uso em motocicletas adaptada numa motocicleta Kasinski.